O Campo de São Cristóvão


Projeto de Embelezamento

Projeto de Embelezamento

Inauguração

Inauguração do Coreto

Campo de São Cristóvão antes do embelezamento

Campo antes das obras

Campo e Coreto

Campo após as obras

Coreto novo

Coreto hoje


A origem do nome Campo de São Cristóvão tem sua história atrelada ao início do bairro pois ali era um rossio utilizado por viajantes e tropeiros nas transações com o sertão, o interior. Em decorrência destas atividades surgiu a rua da Feira (atual Figreira de Melo).

Também os boiadeiros utilizavam o rossio para pastagem no caminho para o matadouro municipal (atual Praça da Bandeira).

No início do Séc. XIX, e daí em diante, passaram a ser realizadas feiras de gado e exercícios dos batalhões da rua Guarda da Quinta, depois denominada Bela de São João.

Com o tempo foram aumentadas as áreas do local através de aterros, passando a funcionar ali barracas de diversão pública e mercados em razão das facilidades propiciadas pelo cais da igrejinha para a chegada de mercadorias e pela rua São Luiz Gonzaga para acesso dos cultivadores vindos do interior, além da estrada de Ferro Rio Douro que tinha ponto de partida no bairro.

Posteriormente, o Campo foi incluído no programa de reformas de Pereira Passos atendendo às queixas de moradores quanto à limpeza e iluminação locais.

Até a metade do século atual o parque do Campo era utilizado para lazer popular. Em fins da década de 50 passou a ser ponto final dos caminhões que vinham do Nordeste.

Nessa época inicia-se a construção do Pavilhão para abrigar a Exposição Internacional de Indústria e Comércio, a princípio temporária mas que permanece no local até hoje, embora abandonado pelo poder público e por todos desde meados de 1990.

As arquibancadas existentes no parque foram retiradas para a construção do Pavilhão pois não tinham qualquer previsão de utilização. No final dos anos 60 o Pavilhão passou a ser usado para eventos destinados ao público carioca o que findou por modificar a área ao redor do Campo.

Em algumas transversais, em direção à Figueira de Melo, concentra-se o comércio de autopeças e acessórios, ao passo que em direção à General Bruce as ruas ainda permanecem mais residenciais e tranqüilas.

A Figueira de Melo, com as obras do viaduto da década de 70 é totalmente descaracterizada. De rua clara e larga passa a ser estreita e tem os prédios ocupados pela indústria e comércio. O viaduto, embora de conseqüências negativas em certos pontos, foi de suma importância para o escoamento da produção do bairro.

As ruas mais próximas à Av Brasil foram sendo ocupadas gradativamente por trapiches, depósitos e galpões; pela indústria leve e média, permanecendo no local os antigos quartéis.